terça-feira, 19 de agosto de 2008
JUREMA WERNECK INFORMA:
AÇÕES DA REDE- NÚCLEO RIO DE JANEIRO

Terreiros do Rio de Janeiro: um desafio para o SUS.
Data: 16 de setembro de 2008
Local: INAD - Avenida Pasteur 44 – Botafogo – Rio de Janeiro
Realização: Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde
Apoio: Assessoria de Promoção da Saúde/SUBASS/
Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro
PROGRAMAÇÃO:
08:30h - Credenciamento
09h – Cânticos de louvor à vida e a natureza
09:30h - Mesa de Abertura
10h - Apresentação da Cia da Saúde – ABIA (Esquete Racismo na Saúde)
10:30h – Painel I – Os terreiros e a Política de Juventude no Brasil.
11:30h – Terreiros, espaços de promoção da saúde: o olhar da juventude de axé.
12:30h – Brunch
14h – Nosso tempo é agora, e já! (oficinas temáticas)
Sala A – Sexualidades e prevenção de DST/Aids
Sala B – Direitos Humanos e Intolerância Religiosa
Sala C – Gênero e Raça
Sala D – Participação e Controle Social
Pátio - Meio Ambiente e Saúde
16h – Por uma agenda de saúde e cidadania para a juventude
dos terreiros
17h - Encerramento e lanche
Informações no
quinta-feira, 24 de julho de 2008
MÃE BEATA LEVA SEU " CAROÇO DE DENDÊ "PARA ALEMANHA

MÃE BEATA LEVA
O
" CAROÇO DE DENDÊ "
PARA ALEMANHA
Mae Beata de Yemanjá apresenta seus contos em Berlin .
Mãe Beata de Yemanjá e o Babalorishá, seu filho,Murah de Oyá, Zelador do Ilé Axé Oyá.
AÇÕES DA REDE- NÚCLEO SÃO PAULO
JOSÉ MARMO E A REDE NO GLOBO ON-LINE

22/7/2008-
José Marmo é sangue bom.
Nascido em Nilópolis, sua luta em favor dos direitos humanos, em especial aqueles que dizem respeito à questão racial, à saúde e à religiosidade afro-brasileira, é antiga. Em sua militância, contribuiu para o fortalecimento de grupos importantes no Rio de Janeiro, como o ISER (Instituto de Estudos da Religião) e o Grupo Cultural AfroReggae, na década de 90; mais a ABIA e a CRIOLA (ONG de mulheres negras), onde atua até hoje.
AÇÕES DA REDE- NÚCLEO MACEIÓ CONTRA A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
"O dia foi escolhido pela carga histórica, quando em 1912 as casas foram perseguidas e destruídas, hoje acreditamos que será um dia de luta e reflexão para todos os religiosos de matriz africana", comentou o Professor e Babalorixá Célio Rodrigues.
A lei é apenas uma das ações para conquistas de políticas públicas. O Núcleo foi apenas o interlocutor entre religiosos, federações e o poder público.
“Temos uma demanda de ações para serem conquistadas e realizadas”, afirmou Amaurício de Jesus, produtor cultural do Núcleo.
Axé para todos
ANO XVI
Maceió - Terça-feira, 22 de Julho de 2008
Nº 3097
Atos e Despachos do Prefeito
JOSÉ CíCERO SOARES DE ALMEIDA
Prefeito
LEI N° 5.711, DE 21 DE JULHO DE 2008.
Projeto de Lei n° 5.87 1/2008
Autor: Ver. Galba Novaes
Dispõe sobre a instituição do Dia de Combate a Intolerância Religiosa de Matriz Africana
O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE MACEIÓ
Faço saber que a Câmara Municipal de Maceió decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1°- Fica instituído O DIA MUNICIPAL DE COMBATE À INTOLERÂNCIA RELIGIOSA DE MATRIZ AFRICANA, a ser comemorado anualmente no Município de Maceió no dia 02 de fevereiro.
Art. 2° - A data fica incluída no Calendário Civil do Município para efeitos de comemoração oficial.
Parágrafo Único - As atividades a serem realizadas por ocasião deste dia ficarão sob responsabilidade do Núcleo de Cultura Afro Brasileira Iyá Ogun-té, das Federações e Governo Municipal.
Art. 3º – Esta Lei entrará em vigor, na data de sua publicação revogadas as disposições em contrário.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
SAÚDE E MEDICINA NO BRASIL E PORTUGAL- 200 ANOS

MUSEU HISTÓRICO NACIONAL ....Exposição " SAÚDE E MEDICINA NO BRASIL E PORTUGAL- 200 ANOS
No âmbito das comemorações dos 200 anos da chegada da Corte portuguesa ao Brasil, uma exposição no Museu Histórico Nacional apresenta, de 8 de julho a 7 de setembro de 2008, a trajetória da saúde e da medicina no Brasil e em Portugal nos últimos duzentos anos.
Com curadoria geral de Helena Severo e realização da Cultura & Arte, a exposição é patrocinada pela Academia Nacional de Medicina, Eletrobrás, Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro/Faperj, Fundação Oswaldo Cruz/Fiocruz, Grupo GlaxoSmithKline e Interfarma/Associação da Indústria de Pesquisa, com o suporte educacional do Instituto Sangari e apoio do Museu Histórico Nacional e Rio Scenarium.
A abertura da exposição marca, ainda, a realização do Simpósio “Brasil/Portugal-200 Anos”, iniciativa dos Ministérios da Saúde do Brasil e de Portugal, da Fundação Oswaldo Cruz, do Alto Comissariado de Saúde de Portugal e das Academias de Medicina do Brasil e de Portugal.
De caráter cronológico, a exposição aborda desde as práticas de cura, de origem indígena, africana ou portuguesa, no Brasil Colônia, passando pela adoção de novas orientações e medidas de fiscalização das artes de curar e pela criação das primeiras instituições de ensino médico, com a chegada da Corte portuguesa ao Brasil, até a institucionalização da saúde pública ao longo século XIX.
Até o inicio do século XIX cabia aos Comissários do Físico Mor e do Cirurgião Mor a fiscalização e implantação das medidas de defesa da saúde nas colônias portuguesas, inclusive no Brasil. Barbeiros, cirurgiões barbeiros, parteiros e outros, eram licenciados pelo Cirurgião-Mor do Reino, e sua atuação estava restrita à realização de sangrias, aplicação de ventosas e à cura de feridas e de fraturas. A administração de remédios internos era privilegio dos médicos formados em Coimbra, e as orientações em relação à saúde pública seguiam as orientações da metrópole portuguesa com relação à inspeção de boticas e fiscalização de hospitais. Este quadro começa a mudar quando, em 1808, o Príncipe Regente D.João cria os dois primeiros estabelecimentos de ensino médico no Brasil: a Escola de Cirurgia da Bahia, em Salvador (deu origem à atual Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia), e a Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro (atual Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro), dando início à formação de profissionais médicos no país.
Com acervo de diversas instituições, inclusive do Museu Histórico Nacional, a exposição está dividida em quatro módulos.
O primeiro módulo apresenta objetos e instrumentos trazidos pelos europeus, assim como as práticas de cura de origem indígena e africana, muitas com forte conotação religiosa, evidenciando as relações entre estas práticas com o conhecimento médico trazido pelos cirurgiões portugueses.
Já o segundo módulo aborda a criação das duas primeiras instituições de ensino médico, tendo em vista a necessidade imperiosa de formação de quadros profissionais para serviços de saúde. A cidade do Rio de Janeiro havia se transformado em centro administrativo do Império, e neste sentido foram implementadas importantes medidas administrativas, econômicas e culturais, de impacto sobre a saúde e medicina no país.
A saúde pública é o tema do terceiro módulo, especialmente sua institucionalização ao longo do século XIX, num contexto de grande incidência de moléstias de caráter endêmico e epidêmico nas cidades brasileiras. A lei de 30 de agosto de 1828 atribuiu às Câmaras Municipais a responsabilidade pelas ações e serviços de saúde e de higiene. Destaque para os problemas enfrentados pela saúde pública, como a epidemia de febre amarela, em várias cidades nos anos de 1849-1850, o que fez com que o governo imperial adotasse algumas medidas, como a criação da Junta de Higiene Pública.
O último módulo empreende uma reflexão sobre a medicina contemporânea, apresentando as grandes revoluções do conhecimento médico: diagnóstico e cura, tecnologias de ponta e medicamentos a serviço da qualidade e do aumento da expectativa de vida.